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A morte é a finitude temporal da vida humana

quarta-feira, 3 de agosto de 2011

A morte é a finitude temporal da vida humana. Ao encarar a Morte como uma preocupação menor; o Homem não será um Herói ou um Cobarde no sentido analítico do viver, o Homem deve temporizar a vida seja ela de destinos sóbrios ou de destinos fatídicos desencontrados dos valores da ética social. A Morte não procura riquezas, mordomias, honrarias ou bens essenciais, é um Tempo. Fim dum ciclo existencial de dias contados por um relógio da nossa existência. O que nos torna diferentes em relação aos outros seres vivos é conseguirmos consciencializar o que nos aconteceu ontem.


(texto mandado ao antigo Sr Primeiro Ministro José Sócrates nas condolências formalizadas por mim no Twitter. Desejo rápidas melhoras ao seu irmão)
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A morte é a finitude temporal da vida humana

A morte é a finitude temporal da vida humana. Ao encarar a Morte como uma preocupação menor; o Homem não será um Herói ou um Cobarde no sentido analítico do viver, o Homem deve temporizar a vida seja ela de destinos sóbrios ou de destinos fatídicos desencontrados dos valores da ética social. A Morte não procura riquezas, mordomias, honrarias ou bens essenciais, é um Tempo. Fim dum ciclo existencial de dias contados por um relógio da nossa existência. O que nos torna diferentes em relação aos outros seres vivos é conseguirmos consciencializar o que nos aconteceu ontem.


(texto mandado ao antigo Sr Primeiro Ministro José Sócrates nas condolências formalizadas por mim no Twitter. Desejo rápidas melhoras ao seu irmão)
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A morte é a finitude temporal da vida humana. Ao encarar a Morte como uma preocupação menor; o Homem não será um Herói ou um Cobarde no sentido analítico do viver, o Homem deve temporizar a vida seja ela de destinos sóbrios ou de destinos fatídicos desencontrados dos valores da ética social. A Morte não procura riquezas, mordomias, honrarias ou bens essenciais, é um Tempo. Fim dum ciclo existencial de dias contados por um relógio da nossa existência. O que nos torna diferentes em relação aos outros seres vivos é conseguirmos consciencializar o que nos aconteceu ontem.


(texto mandado ao antigo Sr Primeiro Ministro José Sócrates nas condolências formalizadas por mim no Twitter. Desejo rápidas melhoras ao seu irmão)
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As minhas palavras de gratidão para a perda de Maria José Nogueira Pinto



 

António Avilez primo de Maria João comentador da SIC Notícias e, por sua vez, primo da defunta.
A Dra. Maria José Nogueira Pinto era uma mulher de fibra, foi uma perda para a Democracia, era uma Senhora de convicções. Não se demovia por simpatias ou por sorrisos. Dizia aquilo que lhe apetecia no bom sentido vertical Democrático respeitando os seus opositores ideológicos, mas travando sérios debates parlamentares por vezes inflamados mas nunca devassados por palavras ocas ou senis ou infectadas por palavras de injúria aos seus adversários políticos. Portugal vai sentir a sua falta. Agradeço a Deus ter conhecido tão grande Senhora. Nos patamares da Honra será certamente lembrada no pensamento dos Homens Bons. No dia do velório, Campo Grande 398, encontrei muitas figuras públicas entre elas o meu querido General Vasco Rocha Vieira, o último Governador de Macau. Questionei-o lá dentro: "Como está Meu General?". Ele já não me conhecia. Disse-lhe: "Fiz banquetes para o Senhor General, o Sr. Presidente da República Dr. Mário Soares, para o Senhor Governador de Hong-Kong Chris Patten, para o Senhor Sr. Stanley Ho e para o Governador do Banco Macau-China e o General exclamou: "Ah, já me lembro".
À saída do Palacete indaguei-o outra vez: "Meu General, já não nos vamos encontrar mais em vida". Quando uma voz lhe disse: "General, como vai?" era Isabel de Herédia a Duquesa de Bragança. Repentinamente virei-me de lado e dei de caras com tão Grande Senhora. Eu como sou bom de palavra disse-lhe: "Soberana Senhora" - dando-lhe um beijo na mão e fazendo-lhe uma vénia com o pé esquerdo atrás. Certamente ela num gesto simples ganhou mais um simpatizante da Monarquia. Disse ao General: "Ando a escrever o meu terceiro livro, posso ler para o General aquilo que escrevi para Maria José Nogueira Pinto?". "Então leia lá". Eu lá li o texto publicado. No fim perguntei: "Gostou, meu General?". Olhou-me nos olhos e de uma simplicidade disse: "Gostei". "O General pode dar-me um autógrafo numa folha do livro que ando a escrever?" Ele comentou: "Dou-lhe um autógrafo numa folha em branco, não dessas escritas que você tem aí".









Estarei sempre grato à Cidade Santo Nome de Deus de Macau.

Disse ele: "É mais difícil esconder a ignorância do que adquirir conhecimentos"
François Rabelais (1483-1553)
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As minhas palavras de gratidão para a perda de Maria José Nogueira Pinto



 

António Avilez primo de Maria João comentador da SIC Notícias e, por sua vez, primo da defunta.
A Dra. Maria José Nogueira Pinto era uma mulher de fibra, foi uma perda para a Democracia, era uma Senhora de convicções. Não se demovia por simpatias ou por sorrisos. Dizia aquilo que lhe apetecia no bom sentido vertical Democrático respeitando os seus opositores ideológicos, mas travando sérios debates parlamentares por vezes inflamados mas nunca devassados por palavras ocas ou senis ou infectadas por palavras de injúria aos seus adversários políticos. Portugal vai sentir a sua falta. Agradeço a Deus ter conhecido tão grande Senhora. Nos patamares da Honra será certamente lembrada no pensamento dos Homens Bons. No dia do velório, Campo Grande 398, encontrei muitas figuras públicas entre elas o meu querido General Vasco Rocha Vieira, o último Governador de Macau. Questionei-o lá dentro: "Como está Meu General?". Ele já não me conhecia. Disse-lhe: "Fiz banquetes para o Senhor General, o Sr. Presidente da República Dr. Mário Soares, para o Senhor Governador de Hong-Kong Chris Patten, para o Senhor Sr. Stanley Ho e para o Governador do Banco Macau-China e o General exclamou: "Ah, já me lembro".
À saída do Palacete indaguei-o outra vez: "Meu General, já não nos vamos encontrar mais em vida". Quando uma voz lhe disse: "General, como vai?" era Isabel de Herédia a Duquesa de Bragança. Repentinamente virei-me de lado e dei de caras com tão Grande Senhora. Eu como sou bom de palavra disse-lhe: "Soberana Senhora" - dando-lhe um beijo na mão e fazendo-lhe uma vénia com o pé esquerdo atrás. Certamente ela num gesto simples ganhou mais um simpatizante da Monarquia. Disse ao General: "Ando a escrever o meu terceiro livro, posso ler para o General aquilo que escrevi para Maria José Nogueira Pinto?". "Então leia lá". Eu lá li o texto publicado. No fim perguntei: "Gostou, meu General?". Olhou-me nos olhos e de uma simplicidade disse: "Gostei". "O General pode dar-me um autógrafo numa folha do livro que ando a escrever?" Ele comentou: "Dou-lhe um autógrafo numa folha em branco, não dessas escritas que você tem aí".









Estarei sempre grato à Cidade Santo Nome de Deus de Macau.

Disse ele: "É mais difícil esconder a ignorância do que adquirir conhecimentos"
François Rabelais (1483-1553)
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António Avilez primo de Maria João comentador da SIC Notícias e, por sua vez, primo da defunta.
A Dra. Maria José Nogueira Pinto era uma mulher de fibra, foi uma perda para a Democracia, era uma Senhora de convicções. Não se demovia por simpatias ou por sorrisos. Dizia aquilo que lhe apetecia no bom sentido vertical Democrático respeitando os seus opositores ideológicos, mas travando sérios debates parlamentares por vezes inflamados mas nunca devassados por palavras ocas ou senis ou infectadas por palavras de injúria aos seus adversários políticos. Portugal vai sentir a sua falta. Agradeço a Deus ter conhecido tão grande Senhora. Nos patamares da Honra será certamente lembrada no pensamento dos Homens Bons. No dia do velório, Campo Grande 398, encontrei muitas figuras públicas entre elas o meu querido General Vasco Rocha Vieira, o último Governador de Macau. Questionei-o lá dentro: "Como está Meu General?". Ele já não me conhecia. Disse-lhe: "Fiz banquetes para o Senhor General, o Sr. Presidente da República Dr. Mário Soares, para o Senhor Governador de Hong-Kong Chris Patten, para o Senhor Sr. Stanley Ho e para o Governador do Banco Macau-China e o General exclamou: "Ah, já me lembro".
À saída do Palacete indaguei-o outra vez: "Meu General, já não nos vamos encontrar mais em vida". Quando uma voz lhe disse: "General, como vai?" era Isabel de Herédia a Duquesa de Bragança. Repentinamente virei-me de lado e dei de caras com tão Grande Senhora. Eu como sou bom de palavra disse-lhe: "Soberana Senhora" - dando-lhe um beijo na mão e fazendo-lhe uma vénia com o pé esquerdo atrás. Certamente ela num gesto simples ganhou mais um simpatizante da Monarquia. Disse ao General: "Ando a escrever o meu terceiro livro, posso ler para o General aquilo que escrevi para Maria José Nogueira Pinto?". "Então leia lá". Eu lá li o texto publicado. No fim perguntei: "Gostou, meu General?". Olhou-me nos olhos e de uma simplicidade disse: "Gostei". "O General pode dar-me um autógrafo numa folha do livro que ando a escrever?" Ele comentou: "Dou-lhe um autógrafo numa folha em branco, não dessas escritas que você tem aí".









Estarei sempre grato à Cidade Santo Nome de Deus de Macau.

Disse ele: "É mais difícil esconder a ignorância do que adquirir conhecimentos"
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HISTORIA REAL DO MEU COLEGA



 






















Trabalhei no Orient Express depois de ter trabalhado na Sociedade Abastecedora de Aeronaves no Figo Maduro sendo dos primeiros trabalhadores a sair devido a motivos de ordem higiénica e vistoriados pela Actividade de Inspecções Económicas entrando em litigioso com a gerência, meu mestre pasteleiro depois administrador o Sr. João Carlos. Que a Terra lhe seja leve. Estive sete meses no Paquete PERMANENTEMENTE. Eu era o Chefe de Pastelaria. Nessa altura passava na televisão o "Barco do Amor". Foi um trabalho feliz de vinte ou trinta cidadanias do mundo falava-se o inglês mas nas cozinhas era o italiano. Um dia o meu Chefe Carlo diz para mim: "Domenica prende burro na cambuza pra fazer pudim de Natale". O meu italiano era pouco. Disse: "Não capitche". Ele retorquiu: "Porca Madonna, Mama mia". Perguntei ao cortador das carnes que era português e ele lá me deu umas dicas. Outro dia ele aprontava um gelatto de limone com cereja e panna e ele disse para mim: "Carlo, prende um ventallo". "Chefe, não capitche". Ele retorquiu: "Porca madonna, um ventallo, um ventallo". Ora o que era um ventallo: Um triângulo da língua da sogra. Outro dia ele me disse: "Carlo, teu regaço?" Eu disse: "Não sei, Chefe.". Quando o meu ajudante chegou ele disse-lhe: "Tu onde foste?" "Fui fumar à Proa." "Pediste licença a teu Chefe?". O velho marinheiro lhe respondeu: "Tu tens merda na cabeça ou quê?"
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HISTORIA REAL DO MEU COLEGA



 






















Trabalhei no Orient Express depois de ter trabalhado na Sociedade Abastecedora de Aeronaves no Figo Maduro sendo dos primeiros trabalhadores a sair devido a motivos de ordem higiénica e vistoriados pela Actividade de Inspecções Económicas entrando em litigioso com a gerência, meu mestre pasteleiro depois administrador o Sr. João Carlos. Que a Terra lhe seja leve. Estive sete meses no Paquete PERMANENTEMENTE. Eu era o Chefe de Pastelaria. Nessa altura passava na televisão o "Barco do Amor". Foi um trabalho feliz de vinte ou trinta cidadanias do mundo falava-se o inglês mas nas cozinhas era o italiano. Um dia o meu Chefe Carlo diz para mim: "Domenica prende burro na cambuza pra fazer pudim de Natale". O meu italiano era pouco. Disse: "Não capitche". Ele retorquiu: "Porca Madonna, Mama mia". Perguntei ao cortador das carnes que era português e ele lá me deu umas dicas. Outro dia ele aprontava um gelatto de limone com cereja e panna e ele disse para mim: "Carlo, prende um ventallo". "Chefe, não capitche". Ele retorquiu: "Porca madonna, um ventallo, um ventallo". Ora o que era um ventallo: Um triângulo da língua da sogra. Outro dia ele me disse: "Carlo, teu regaço?" Eu disse: "Não sei, Chefe.". Quando o meu ajudante chegou ele disse-lhe: "Tu onde foste?" "Fui fumar à Proa." "Pediste licença a teu Chefe?". O velho marinheiro lhe respondeu: "Tu tens merda na cabeça ou quê?"
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Trabalhei no Orient Express depois de ter trabalhado na Sociedade Abastecedora de Aeronaves no Figo Maduro sendo dos primeiros trabalhadores a sair devido a motivos de ordem higiénica e vistoriados pela Actividade de Inspecções Económicas entrando em litigioso com a gerência, meu mestre pasteleiro depois administrador o Sr. João Carlos. Que a Terra lhe seja leve. Estive sete meses no Paquete PERMANENTEMENTE. Eu era o Chefe de Pastelaria. Nessa altura passava na televisão o "Barco do Amor". Foi um trabalho feliz de vinte ou trinta cidadanias do mundo falava-se o inglês mas nas cozinhas era o italiano. Um dia o meu Chefe Carlo diz para mim: "Domenica prende burro na cambuza pra fazer pudim de Natale". O meu italiano era pouco. Disse: "Não capitche". Ele retorquiu: "Porca Madonna, Mama mia". Perguntei ao cortador das carnes que era português e ele lá me deu umas dicas. Outro dia ele aprontava um gelatto de limone com cereja e panna e ele disse para mim: "Carlo, prende um ventallo". "Chefe, não capitche". Ele retorquiu: "Porca madonna, um ventallo, um ventallo". Ora o que era um ventallo: Um triângulo da língua da sogra. Outro dia ele me disse: "Carlo, teu regaço?" Eu disse: "Não sei, Chefe.". Quando o meu ajudante chegou ele disse-lhe: "Tu onde foste?" "Fui fumar à Proa." "Pediste licença a teu Chefe?". O velho marinheiro lhe respondeu: "Tu tens merda na cabeça ou quê?"
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Legend Of the Fist The Return of Chen Zen 2010 DVDRIP C/LEGENDA (TORRENT)

terça-feira, 19 de outubro de 2010


SINOPSE:
Sete anos após a aparente morte de Chen Zhen, que foi baleado depois de descobrir quem foi o responsável pela morte de seu professor (Huo Yuanjia) em Xangai ocupada pelos japoneses. Um misterioso desconhecido chega do exterior e faz amizade com um chefe da máfia local. Esse homem disfarça-se de Chen Zhen, que pretende se infiltrar na máfia khi chung e formar uma aliança com os japoneses. Disfarçando-se como um lutador, Chen tem a intenção de matar todos os envolvidos.

FICHA TECNICA:
País:Hong Kong,China
Genero:Acção,Drama,Historia
Ano:2010
Duração:105m

ELENCO:
Donnie Yen,
Shu Qi, Anthony
Wong Chau-Sang,
Karl Dominik

DADOS:
Tamanho: 800MB
Qualidade: DVDRIP
Legenda: PT-BR

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Sete anos após a aparente morte de Chen Zhen, que foi baleado depois de descobrir quem foi o responsável pela morte de seu professor (Huo Yuanjia) em Xangai ocupada pelos japoneses. Um misterioso desconhecido chega do exterior e faz amizade com um chefe da máfia local. Esse homem disfarça-se de Chen Zhen, que pretende se infiltrar na máfia khi chung e formar uma aliança com os japoneses. Disfarçando-se como um lutador, Chen tem a intenção de matar todos os envolvidos.

FICHA TECNICA:
País:Hong Kong,China
Genero:Acção,Drama,Historia
Ano:2010
Duração:105m

ELENCO:
Donnie Yen,
Shu Qi, Anthony
Wong Chau-Sang,
Karl Dominik

DADOS:
Tamanho: 800MB
Qualidade: DVDRIP
Legenda: PT-BR

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FICHA TECNICA:
País:Hong Kong,China
Genero:Acção,Drama,Historia
Ano:2010
Duração:105m

ELENCO:
Donnie Yen,
Shu Qi, Anthony
Wong Chau-Sang,
Karl Dominik

DADOS:
Tamanho: 800MB
Qualidade: DVDRIP
Legenda: PT-BR

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FICHA TECNICA:
País:Hong Kong,China
Genero:Acção,Drama,Historia
Ano:2010
Duração:105m

ELENCO:
Donnie Yen,
Shu Qi, Anthony
Wong Chau-Sang,
Karl Dominik

DADOS:
Tamanho: 800MB
Qualidade: DVDRIP
Legenda: PT-BR

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FICHA TECNICA:
País:Hong Kong,China
Genero:Acção,Drama,Historia
Ano:2010
Duração:105m

ELENCO:
Donnie Yen,
Shu Qi, Anthony
Wong Chau-Sang,
Karl Dominik

DADOS:
Tamanho: 800MB
Qualidade: DVDRIP
Legenda: PT-BR

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Sete anos após a aparente morte de Chen Zhen, que foi baleado depois de descobrir quem foi o responsável pela morte de seu professor (Huo Yuanjia) em Xangai ocupada pelos japoneses. Um misterioso desconhecido chega do exterior e faz amizade com um chefe da máfia local. Esse homem disfarça-se de Chen Zhen, que pretende se infiltrar na máfia khi chung e formar uma aliança com os japoneses. Disfarçando-se como um lutador, Chen tem a intenção de matar todos os envolvidos.

FICHA TECNICA:
País:Hong Kong,China
Genero:Acção,Drama,Historia
Ano:2010
Duração:105m

ELENCO:
Donnie Yen,
Shu Qi, Anthony
Wong Chau-Sang,
Karl Dominik

DADOS:
Tamanho: 800MB
Qualidade: DVDRIP
Legenda: PT-BR

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